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Dezesseis

22 de novembro de 2017

e, de repente, dezesseis.
pisquei os olhos,
me distraí.
mal contei até três.
e virou moça,
minha menina
que já foi judoca,
capoeirista. e bailarina.
menina minha.
princesa. bebezuda.
pra sempre ursinha.
o amor
das minhas vidas.
e a razão também de algumas noites
não dormidas.
faz parte. e vale a pena
pra ver crescer, mulher,
minha pequena.

tanto de mim
só que melhor.
só que mais forte.
só que linda.
(e tem olhos azuis, ainda...).
melodia
que encaixou, perfeita,
na minha imperfeita
poesia.

de, repente, dezesseis.
e eu vou contar uma coisa
pra vocês:
se eu pudesse viver tudo de novo,
eu viveria.
porque foram anos
da mais pura alegria.
mas o porvir, ah! o porvir
será ainda mais feliz
com cada coisa e tudo, tudo,
que ela sempre quis.

a minha artista.
minha cantora favorita
que canta e encanta...
voz tão bonita.

sobe no palco, Carol. e brilha!
meu amor, minha vida.
minha filha!

Treze

22 de novembro de 2014

dos seus olhos azuis
vem a paz
que me faz
ser capaz
de voar.
e voando,
do alto, eu enxergo,
a menina mais linda que existe,
que me levanta se eu me envergo
e me alegra se fico triste.
a menina que quer ser mulher,
ainda ri como criança,
e leva a minha esperança
de ela ter o que quiser.

dos seus olhos azuis
vem o amor
que me fez
ser doutor
em amar.
e, amando,
aprendi que a vida
ficou bem mais colorida
depois que a minha menina,
que eu chamei Carolina,
fez de mim seu papai.

Dez

22 de novembro de 2011

E de repente, não mais que de repente
Aos vinte e três dias de novembro,
Como se fosse hoje, bem me lembro,
Veio ao mundo o meu melhor presente.

Nos meus braços, uma dádiva divina
Tão frágil, tão forte. Tão linda. Tão minha.
Eu era pai daquela menininha...
Apaixonado por Ana Carolina.

Muitos sonhos, desejos. Muitos planos,
Uma vida nova, uma estrada mais bonita,
Em cada abraço, alegria infinita,
Com a minha moça, hoje com dez anos.

Carol

4 de setembro de 2010

teus olhos, de azul tão bonito...
como o mar que abraça uma ilha.
te amo. com amor infinito.
no teu abraço, renasço, minha filha.

Menina

20 de janeiro de 2010

Doce
Menina
Chega
Predomina
Olha
Ilumina
Beija
Fascina
Abraça
Domina
Gargalha
Contamina
Canta
Afina
Rabisca
Refina
Grita
Opina
Briga
Determina
Observa
Imagina
Aprende
Ensina
Repete
Sabatina
Desmonta
Examina
Chora
Fulmina
Cansa
Nina
Ana
Carolina

Com todo o amor do mundo, esse foi o primeiro poema que fiz pra minha filhota, Carol. Um pouquinho antes dela completar 1 ano.